Bruno Fagali reporta sobre estudo da Deloitte acerca dos novos mecanismos anticorrupção

Posted by ORN on October 12, 2017 in Posts | Short Link

As empresas e instituições brasileiras estão cada vez mais empenhadas em melhorar o seu potencial de monitoramento dos riscos, em comparação com o que era feito há alguns anos. A razão por trás dessa crescente preocupação são os escândalos de corrupção que abalaram a credibilidade de algumas das empresas do país nos últimos anos.

 

Esses fatos foram levantados por um estudo desenvolvido pela auditoria Deloitte, que para chegar a essa conclusão, questionou cerca de cem empresas diferentes, dos mais variados setores, de pequeno, médio e grande porte, através de um amplo questionário eletrônico, informa o advogado Bruno Fagali, que faz parte do escritório FAGALI Advocacia.

 

De acordo com esse levantamento, o índice de empresas que passaram a utilizar mecanismos anticorrupção aumentou de 59% para 73% em um período de apenas dois anos. Paralelamente, o monitoramento de condutas antiéticas e fraudes subiu de 60% para 81% nesse mesmo período, reporta Bruno Fagali. O estudo feito pela Deloitte também monitorou o percentual de empresas que possuem envolvimento em doações para partidos políticos e campanhas eleitorais, o qual foi de 69% entre as empresas estudadas.

 

Para Alex Borges e Ronaldo Fragoso, que são sócios da consultoria Deloitte, esse aumento nos percentuais demonstra que as instituições e corporações brasileiras precisaram buscar novos métodos de combater as práticas antiéticas.

 

Segundo eles, o conjunto de eventos originados pela Operação Lava-Jato ocasionou uma mudança cultural dentro do ambiente corporativo das empresas.

 

Porém, apesar dos dados otimistas apontados pelo estudo da Deloitte, a pesquisa também indicou que existem aspectos que precisam ser aprimorados pelas empresas, noticia o advogado Bruno Fagali. Isso acontece pois, apesar de grande parte das empresas ter percebido qual é a sua principal matriz de riscos, apenas 49% das corporações estudadas afirmaram ter implantado medidas de nível bom ou ótimo para resolver o problema.

 

Os cinco pilares da gestão de riscos analisados pela Deloitte foram: operacional, financeiro, regulatório, estratégico e cibernético. Como resultado, a consultoria constatou que as corporações mantêm um bom desempenho em relação aos fatores regulatórios, que consistem nas medidas ligadas ao combate à corrupção, e aos financeiros, que controlam os fluxos de caixa os aspectos contábeis, reporta o Bruno Fagali.

 

Entretanto, dois pilares ainda causam preocupação, o aspecto estratégico, acerca da reputação e da análise de concorrência no mercado, e o aspecto cibernético, referente a exposição digital das empresas nos dias de hoje. Para ter sucesso no monitoramento de riscos e melhorar a reputação das instituições brasileiras no exterior, é essencial que esses aspectos permaneçam sendo aprimorados nos próximos anos.

 

Mais do que uma consultoria, a Deloitte também atua nas áreas de auditoria, assessoria financeira, consultoria tributária e risk advisory, com milhares de funcionários ao redor do mundo trabalhando com dedicação para fornecer seus serviços a prestigiada carteira de clientes da instituição. Desse modo, é possível atestar a segurança e a confiabilidade das informações prestadas pela consultoria em seu mais recente estudo acerca da credibilidade das empresas brasileiras atualmente, informa Bruno Fagali, que é um dos advogados do escritório FAGALI Advocacia.

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