Heads, de Claudio Loureiro, conjuga suas produções com responsabilidade social

Posted by ORN on February 9, 2017 in Posts | Short Link

A agência de publicidade Heads Propaganda já possui seu nome consagrado nesse ramo no Brasil. Criada por Claudio Loureiro em Curitiba, Paraná, a agência conta hoje com mais de 25 anos de experiência, sede em 4 capitais e é autora de campanhas para empresas da mais variada natureza, como a Petrobras, Caixa e Boticário, com peças publicitárias de alcance nacional. Usufruindo dessa posição, alcançada a partir de boas produções, a Heads tem demonstrado grande responsabilidade social ao trazer a discussão sobre igualdade de gêneros para seu trabalho.

A agência de Claudio Loureiro foi a primeira a se tornar signatária dos princípios de empoderamento feminino da ONU Mulheres. Trata-se de uma iniciativa da Organização das Nações Unidas que visa promover mudanças sociais em favor da equidade de gênero por meio da implantação de certas diretrizes na gestão e funcionamento empresarial. Assim, a partir de 7 condutas a serem adotadas em diferentes frentes de uma empresa, inclusive em sua liderança, almeja-se promover um futuro com menos desigualdade entre homens e mulheres.

A Heads já havia demonstrado recentemente, entre outros momentos, compromisso com a discussão e com a ação em defesa dos direitos humanos em sua comemoração de 25 anos, na qual convidou o ex-secretário-geral da ONU e Prêmio Nobel da Paz, Kofi Annan, para uma palestra. Em pouco mais de uma hora, Annan discorreu a respeito de fanatismo religioso, terrorismo, corrupção e drogas. Esse espaço em um evento tão simbólico demonstra que a empresa fundada por Claudio Loureiro é capaz de conjugar suas produções de excelência com a responsabilidade social.

Essa concepção fica bem explícita no documento em que a agência Heads justifica seu envolvimento na luta por equidade de gênero, trabalho intitulado “Todxs por elas”, disponível no site oficial da empresa. A concepção da empresa de Claudio Loureiro que justifica essa mobilização é a compreensão de que o trabalho desenvolvido não se resume em ser “só publicidade”, constituindo um fator que atua sobre a sociedade ao mesmo tempo que a reflete. Dessa forma, reconhece-se que a publicidade é uma força capaz de reiterar estereótipos e desigualdades, além de ser um reflexo da existência desses na população.

É fundamental a ressalva, feita também no documento disponível no site, de que a publicidade não constitui o cerne da questão de desigualdade de gênero no país, no entanto, pode corroborar com essa ou contribuir para o maior equilíbrio nas relações entre homens e mulheres na sociedade. Há ainda a crítica, condizente com a sagacidade típica dos publicitários, à queixa comum de que “o mundo está ficando chato”, repetida, frequentemente, por indivíduos que têm sua conduta ou pensamentos preconceituosos confrontados com um discurso em favor de igualdade.

Essa campanha da Heads, Todxs por elas, reafirma a capacidade da agência de Claudio Loureiro de elevar o alcance de suas produções. Não que essa mobilização seja uma estratégia de autopromoção, mas pelo fato de que, ao buscar colocar fim a um tipo de pensamento tipicamente exclusivo, a representatividade dos seus trabalhos é, significativamente aumentada.

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